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Transporte Rodoviário

O impacto positivo do piso mínimo do frete na logística brasileira

O diretor de Negócios e Operações da Cootravale, Edson Arthur da Costa, revelou como a cooperativa encontrou oportunidades em meio à crise. A política do piso mínimo do frete é cer

10 de agosto de 2026, 11:23·Brasil
A política do piso mínimo do frete, implementada em 2018, continua a gerar debates acalorados no setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil. Recentemente, Edson Arthur da Costa, diretor de Negócios e Operações da Cootravale, compartilhou insights sobre como a cooperativa tem se adaptado e encontrado oportunidades em meio às dificuldades impostas pela crise econômica e pela pandemia. Com a edição da Medida Provisória nº 1.343 em 2026, o tema voltou à pauta, trazendo à tona questões sobre a eficácia e a necessidade dessa política para o setor. Desde sua implementação, o piso mínimo do frete tem sido visto como uma medida necessária para garantir a sustentabilidade financeira dos transportadores, especialmente os autônomos e pequenas cooperativas, que muitas vezes enfrentam dificuldades para competir em um mercado dominado por grandes empresas. A medida busca evitar a prática de preços predatórios, que podem levar à precarização do trabalho e à falência de pequenos operadores. No entanto, críticos argumentam que essa política pode aumentar os custos do transporte e, consequentemente, impactar o preço final dos produtos para os consumidores. Na visão de Edson Arthur, a Cootravale conseguiu se reinventar e explorar novas oportunidades de negócios, mesmo em um cenário desafiador. A cooperativa tem investido em tecnologia e na otimização de suas operações, o que a permitiu não apenas sobreviver, mas também prosperar. A adoção de sistemas de gerenciamento de transporte (TMS) e a automação de processos logísticos têm sido fundamentais para aumentar a eficiência e reduzir custos operacionais. Além disso, a discussão sobre o piso mínimo do frete também levanta questões sobre a necessidade de uma regulação mais equilibrada que proteja os pequenos transportadores sem comprometer a competitividade do setor. A Medida Provisória nº 1.343, que revisita essa política, pode ser uma oportunidade para reavaliar as diretrizes que regem o transporte rodoviário de cargas no Brasil, buscando um meio-termo que beneficie tanto os transportadores quanto os consumidores. O futuro do piso mínimo do frete ainda é incerto, mas a experiência da Cootravale pode servir como um modelo para outras cooperativas e empresas do setor. À medida que o mercado se adapta às novas realidades econômicas e tecnológicas, é essencial que os operadores logísticos continuem a inovar e a buscar formas de melhorar sua competitividade, garantindo ao mesmo tempo a sustentabilidade do setor. O diálogo entre as partes interessadas, incluindo transportadores, empresas e o governo, será crucial para moldar o futuro do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Brazil Modal.

Ler matéria original em Brazil Modal →
#logística#transporte rodoviário#piso mínimo do frete#Cootravale#Medida Provisória nº 1.343

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