Sistema Anchieta-Imigrantes Adota Pedágio Eletrônico Free Flow
A partir da meia-noite de 1º de agosto de 2026, o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) adotará o modelo de pedágio eletrônico sem cancelas, conhecido como Free Flow.
15 de julho de 2026, 16:04·Brasil

O Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), uma das principais rotas de transporte de cargas e passageiros no estado de São Paulo, passará a operar com um novo modelo de cobrança de pedágio a partir de 1º de agosto de 2026. A Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) homologou a implementação do sistema de pedágio eletrônico sem cancelas, conhecido como Free Flow. Essa mudança representa uma revolução na forma como os motoristas interagem com a infraestrutura rodoviária, eliminando as tradicionais cabines de pedágio e promovendo um fluxo de tráfego mais eficiente.
O modelo Free Flow é projetado para aumentar a eficiência das operações logísticas ao reduzir o tempo de espera nas estradas. Com a eliminação das paradas nas praças de pedágio, os veículos poderão manter uma velocidade constante, o que não apenas melhora a experiência do motorista, mas também pode resultar em uma redução significativa nos custos operacionais para as empresas de transporte. A mudança é especialmente relevante para o setor de logística, que depende da agilidade nas entregas e na movimentação de cargas.
Além dos benefícios operacionais, a adoção do Free Flow também está alinhada com as tendências globais de modernização da infraestrutura de transporte. Em muitos países, sistemas semelhantes já estão em operação, demonstrando a eficácia de soluções tecnológicas para otimizar o tráfego e a cobrança de tarifas. O SAI, ao implementar essa tecnologia, se posiciona como um exemplo no Brasil, podendo inspirar outras rodovias a adotarem práticas semelhantes.
Os detalhes técnicos do sistema Free Flow incluem a utilização de tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) e câmeras de leitura automática de placas, que registrarão a passagem dos veículos sem a necessidade de paradas. Essa abordagem não apenas agilizaria a cobrança, mas também poderia potencialmente facilitar a coleta de dados sobre o tráfego, permitindo uma melhor gestão das estradas e planejamento de melhorias na infraestrutura.
Os próximos passos incluem a realização de campanhas de conscientização para motoristas e transportadoras sobre a nova forma de pagamento, além de investimentos em tecnologia e infraestrutura para garantir que o sistema funcione de maneira eficaz desde o seu lançamento. A Artesp e os operadores do SAI deverão trabalhar em conjunto para resolver quaisquer desafios que possam surgir durante a transição para o novo modelo, assegurando que a implementação do Free Flow seja um sucesso e traga os benefícios esperados para o setor de transporte e logística.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Frota & Cia.
Ler matéria original em Frota & Cia →#Transporte Rodoviário#Logística#Eficiência Operacional#tecnologia#Pedágio Eletrônico
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