Sergio Merino Gómez: "Não faz sentido parar o Porto Exterior para recomeçar do zero"
O Porto de San Antonio está passando por uma fase importante e Sergio Merino Gómez discute a necessidade de continuidade nas operações.
23 de julho de 2026, 11:00·Chile

O Porto de San Antonio, no Chile, está passando por um momento crucial em sua operação e desenvolvimento. Sergio Merino Gómez, uma figura proeminente no setor portuário, expressou sua opinião sobre a situação atual, enfatizando que interromper as atividades do Porto Exterior para reiniciar o processo de desenvolvimento não é uma solução viável. Segundo ele, essa abordagem poderia resultar em atrasos significativos e em um retrocesso no progresso já alcançado.
O Porto de San Antonio é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias no Chile, desempenhando um papel vital na cadeia de suprimentos do país. Com a crescente demanda por serviços logísticos eficientes, a necessidade de modernização e expansão das operações portuárias se torna ainda mais evidente. Merino Gómez argumenta que a continuidade das operações é fundamental para atender às exigências do mercado e para garantir que o porto permaneça competitivo em relação a outros terminais da região.
Durante a entrevista, ele destacou que o Porto Exterior já passou por diversas fases de planejamento e investimento, e que parar agora significaria não apenas perder tempo, mas também recursos financeiros que poderiam ser utilizados para melhorias e inovações. A interrupção das atividades poderia desestimular investidores e afetar a confiança na capacidade do porto de se adaptar às mudanças do mercado.
Além disso, o executivo mencionou a importância de integrar novas tecnologias e práticas sustentáveis nas operações do porto. A automação e a digitalização são tendências que estão moldando o futuro da logística portuária, e o Porto de San Antonio não pode se dar ao luxo de ficar para trás. A implementação de sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS) e transporte (TMS) pode otimizar as operações e melhorar a eficiência geral.
Merino Gómez também abordou a questão da sustentabilidade, ressaltando que o setor portuário tem a responsabilidade de minimizar seu impacto ambiental. A adoção de práticas de ESG (ambientais, sociais e de governança) não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para garantir a licença social para operar e a aceitação da comunidade local.
O futuro do Porto de San Antonio dependerá, portanto, de uma abordagem equilibrada que considere tanto a continuidade das operações quanto a necessidade de inovação e sustentabilidade. O desafio será encontrar maneiras de modernizar o porto sem comprometer sua operação atual. As decisões que serão tomadas nos próximos meses serão cruciais para determinar o papel do Porto de San Antonio na cadeia de suprimentos chilena e na economia do país.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Portal Portuario.
Ler matéria original em Portal Portuario →#Tecnologia Logística#sustentabilidade#logística portuária#Desenvolvimento Portuário#Porto de San Antonio
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