Relatório da Proxima revela que 72% dos CEOs pagariam mais por resiliência na cadeia de suprimentos
A maioria dos CEOs admite que seus negócios não conseguiria operar por mais de três semanas sem afetar a receita.
13 de julho de 2026, 13:52·Estados Unidos

Um novo relatório da Proxima, divulgado pela Logistics Management, revela que 72% dos CEOs estariam dispostos a investir mais em resiliência na cadeia de suprimentos. Essa disposição reflete uma crescente preocupação com a vulnerabilidade das operações comerciais, especialmente em um cenário global marcado por incertezas e interrupções frequentes. A pesquisa destaca que a maioria dos líderes empresariais reconhece que suas operações não conseguiriam sobreviver por mais de três semanas sem impactos significativos nas receitas, o que evidencia a necessidade de estratégias robustas para mitigar riscos.
O estudo mostra que, além de pagar mais, os CEOs estão buscando soluções que garantam a continuidade dos negócios em face de crises. A resiliência na cadeia de suprimentos se tornou uma prioridade, especialmente após os desafios enfrentados durante a pandemia de COVID-19, que expôs fragilidades em diversos setores. As empresas estão cada vez mais cientes de que a capacidade de se adaptar rapidamente a mudanças e interrupções é crucial para a sustentabilidade a longo prazo.
Entre as estratégias mencionadas para aumentar a resiliência estão a diversificação de fornecedores, a adoção de tecnologias avançadas e a melhoria da visibilidade em toda a cadeia de suprimentos. A automação e o uso de inteligência artificial (IA) são destacados como ferramentas essenciais para otimizar operações e prever possíveis falhas antes que elas ocorram. As empresas que investem em tecnologia não apenas melhoram sua eficiência, mas também se tornam mais ágeis e capazes de responder rapidamente a mudanças no mercado.
Além disso, o relatório sugere que a resiliência não deve ser vista apenas como um custo, mas como um investimento estratégico que pode resultar em vantagens competitivas. À medida que os consumidores se tornam mais exigentes e o mercado global se torna mais volátil, as empresas que priorizam a resiliência em suas cadeias de suprimentos estarão melhor posicionadas para prosperar.
Os próximos passos para as empresas incluem a implementação de planos de contingência mais robustos e a realização de análises regulares de riscos. Os CEOs também devem considerar a formação de parcerias estratégicas que possam ajudar a fortalecer suas cadeias de suprimentos. O foco em práticas sustentáveis e na responsabilidade social corporativa (ESG) também está se tornando uma parte integral das estratégias de resiliência, à medida que os consumidores e investidores exigem maior transparência e responsabilidade das empresas.
Em resumo, o relatório da Proxima serve como um alerta para as empresas que ainda não priorizaram a resiliência em suas operações. O investimento em uma cadeia de suprimentos resiliente não é apenas uma resposta a crises passadas, mas uma preparação para os desafios futuros que certamente surgirão.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Logistics Management.
Ler matéria original em Logistics Management →#Tecnologia Logística#Cadeia de Suprimentos#Gestão de Riscos#Resiliência
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