Últimas
•Cargas intermodais lideram ganhos semanais com aumento de 3,5% no tráfego ferroviário dos EUA, diz AAR•ESL expande sua rede no Extremo Oriente e África com os serviços FAX2 e FAX3•Transportadores de carga pesada convocam greve nacional de 72 horas•Exército dos Países Baixos busca empresas de transporte para milhares de viagens de contêiner por ano•Relatório Semanal de Avaliações de Navios, 3 de Novembro de 2026•Negociações continuam para evitar greve nos portos de Los Angeles e Long Beach•Entrega oficial do navio Carlotta Cosulich•GXO Logistics registra crescimento robusto com aumento de contratos logísticos•Colsa pede a caminhoneiros que liberem acessos a armazéns extraportuários de San Antonio•Caminhoneiros serão beneficiados com o fim da escala 6×1, afirma assessoria de senador•Registro de segurança ruim pode custar mais do que uma carga para caminhoneiros•Taxas de contêineres Ásia-EUA se mantêm firmes enquanto transportadoras buscam aumento de $3.000 em novembro•Cargas intermodais lideram ganhos semanais com aumento de 3,5% no tráfego ferroviário dos EUA, diz AAR•ESL expande sua rede no Extremo Oriente e África com os serviços FAX2 e FAX3•Transportadores de carga pesada convocam greve nacional de 72 horas•Exército dos Países Baixos busca empresas de transporte para milhares de viagens de contêiner por ano•Relatório Semanal de Avaliações de Navios, 3 de Novembro de 2026•Negociações continuam para evitar greve nos portos de Los Angeles e Long Beach•Entrega oficial do navio Carlotta Cosulich•GXO Logistics registra crescimento robusto com aumento de contratos logísticos•Colsa pede a caminhoneiros que liberem acessos a armazéns extraportuários de San Antonio•Caminhoneiros serão beneficiados com o fim da escala 6×1, afirma assessoria de senador•Registro de segurança ruim pode custar mais do que uma carga para caminhoneiros•Taxas de contêineres Ásia-EUA se mantêm firmes enquanto transportadoras buscam aumento de $3.000 em novembro
Portos e Terminais

Prazo para greve nos portos de LA-LB é adiado até 4 de novembro

A Pacific Maritime Association anunciou que as negociações com o ILWU Local 26 foram prorrogadas até 4 de novembro, com assistência do FMCS.

30 de outubro de 2026, 19:36·Estados Unidos
A Pacific Maritime Association (PMA) anunciou que as negociações com o ILWU Local 26, sindicato dos trabalhadores portuários, foram prorrogadas até 4 de novembro. Essa decisão ocorre em um momento crítico para a movimentação de cargas nos portos de Los Angeles e Long Beach, que são considerados os mais movimentados dos Estados Unidos e desempenham um papel fundamental na cadeia de suprimentos global. A assistência do Federal Mediation and Conciliation Service (FMCS) foi solicitada para facilitar o diálogo entre as partes envolvidas, o que indica a seriedade da situação e a necessidade de um acordo para evitar paralisações que poderiam impactar ainda mais a logística e o comércio exterior. O contexto atual é marcado por crescentes tensões entre os trabalhadores e os operadores portuários, com questões relacionadas a salários, condições de trabalho e benefícios sendo os principais pontos de discórdia. A greve, se ocorrer, poderia resultar em atrasos significativos nas operações de carga, afetando não apenas o transporte marítimo, mas também toda a cadeia de suprimentos que depende da eficiência dos portos da Califórnia. Estes portos são responsáveis por uma grande parcela das importações de mercadorias nos Estados Unidos, incluindo eletrônicos, roupas e produtos alimentícios. As partes envolvidas estão sob pressão para chegar a um consenso, especialmente considerando as dificuldades que a indústria já enfrenta devido a interrupções anteriores na cadeia de suprimentos, exacerbadas pela pandemia de COVID-19 e por questões logísticas globais. O adiamento do prazo para a greve pode ser visto como um sinal positivo, permitindo que mais tempo seja dedicado à busca de soluções que atendam às demandas dos trabalhadores sem comprometer as operações portuárias. Do ponto de vista operacional, a continuidade das negociações pode ajudar a estabilizar as operações nos portos, que já enfrentam desafios como congestionamento e falta de mão de obra qualificada. O envolvimento do FMCS sugere que há um reconhecimento da necessidade de mediação para evitar um impasse que poderia ter repercussões econômicas significativas. A expectativa é que as partes se concentrem em encontrar um acordo que não apenas satisfaça as necessidades dos trabalhadores, mas que também assegure a continuidade das operações portuárias. Nos próximos dias, será crucial acompanhar o desenrolar das negociações e a resposta dos trabalhadores à proposta de mediação. A situação nos portos de Los Angeles e Long Beach será um ponto focal para a indústria de logística e comércio exterior, com possíveis repercussões em todo o país, especialmente para empresas que dependem da importação e exportação de bens. O resultado dessas negociações poderá definir o futuro das operações portuárias na região e impactar a cadeia de suprimentos global de forma significativa.

Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Journal of Commerce.

Ler matéria original em Journal of Commerce →
#logística#Portos#Comércio Exterior#greve#ILWU#PMA

Leia também