México, conectado mas lento: novo Logistics Performance Indicators (LPI) 2.0 do Banco Mundial revela atrasos na saída de mercadorias
O Banco Mundial (BM) lançou uma nova abordagem para avaliar a competitividade logística global, substituindo o tradicional Logistics Performance Index (LPI) pelo Logistics Performa
27 de julho de 2026, 13:15·México

O Banco Mundial (BM) lançou uma nova abordagem para avaliar a competitividade logística global, substituindo o tradicional Logistics Performance Index (LPI) pelo Logistics Performance Indicators (LPI) 2.0. Essa mudança representa um avanço significativo, pois agora a avaliação é baseada em milhões de registros operacionais de embarques, em vez de depender apenas de opiniões de profissionais do setor. Essa nova metodologia visa oferecer uma visão mais precisa e abrangente da eficiência logística dos países, permitindo uma análise mais detalhada dos pontos fortes e fracos de cada nação no que diz respeito à movimentação de cargas.
No caso do México, o LPI 2.0 revelou que, apesar de estar conectado globalmente, o país enfrenta desafios significativos em sua logística, especialmente no que se refere à agilidade na saída de mercadorias. Os dados indicam que, embora o México tenha uma infraestrutura relativamente boa e esteja integrado nas cadeias de suprimentos internacionais, a lentidão na movimentação de cargas continua a ser um obstáculo para o seu desenvolvimento econômico. Isso levanta preocupações sobre a capacidade do país de competir em um mercado global cada vez mais exigente.
Os indicadores do LPI 2.0 foram elaborados a partir de uma vasta gama de dados operacionais, permitindo uma análise mais detalhada das operações logísticas. Isso inclui informações sobre o tempo de trânsito, a eficiência dos processos de despacho e a qualidade das infraestruturas de transporte. Os resultados mostram que, embora o México tenha melhorado em algumas áreas, como a infraestrutura de transporte, ainda há um longo caminho a percorrer para otimizar a eficiência da saída de mercadorias.
O relatório do Banco Mundial sugere que o governo mexicano e as empresas do setor privado precisam trabalhar em conjunto para identificar e resolver os gargalos existentes. Isso pode incluir investimentos em tecnologia, melhorias na infraestrutura e a adoção de melhores práticas logísticas. Além disso, a implementação de soluções digitais, como sistemas de gestão de transporte (TMS) e automação de armazéns, pode ajudar a acelerar o fluxo de mercadorias e reduzir os custos operacionais.
À medida que o México busca melhorar sua posição no ranking global de desempenho logístico, é essencial que as partes interessadas se unam para enfrentar os desafios identificados pelo LPI 2.0. O futuro da logística no país dependerá da capacidade de inovar e adaptar-se às novas exigências do comércio internacional, garantindo que o México não apenas mantenha sua conectividade, mas também melhore sua eficiência operacional.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por T21.
Ler matéria original em T21 →#Logística#México#Banco Mundial#Desempenho Logístico#LPI 2.0
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