Últimas
CMA CGM registra aumento de receita e lucros no segundo trimestreCeva Logistics renova contrato de 5 anos com a GSKABS concede AiP para projeto de ATB de abastecimento de GNL construído nos EUAHapag-Lloyd omite escalas em La Spezia e Gênova em dois serviços na EuropaMahle impulsiona a eletrificação do transporte pesado com novo sistema Range ExtenderCMA CGM garante investimento para expansão portuária com StonepeakPorto do Mar do Norte volta a crescer no segundo trimestreChina: Porto de Yantai inaugura novo serviço de carga fracionada para a ÁfricaPuerto de Motril recebe navio BYD Shenzhen com cerca de 2 mil veículos a bordoCMA CGM e Stonepeak finalizam formação da United Ports para gestão de nove terminaisCMA CGM aumenta tarifas de frete para carga do subcontinente indiano para a América LatinaUruguai: Porto Seco de Rivera avança como futura extensão logística de MontevidéuCMA CGM registra aumento de receita e lucros no segundo trimestreCeva Logistics renova contrato de 5 anos com a GSKABS concede AiP para projeto de ATB de abastecimento de GNL construído nos EUAHapag-Lloyd omite escalas em La Spezia e Gênova em dois serviços na EuropaMahle impulsiona a eletrificação do transporte pesado com novo sistema Range ExtenderCMA CGM garante investimento para expansão portuária com StonepeakPorto do Mar do Norte volta a crescer no segundo trimestreChina: Porto de Yantai inaugura novo serviço de carga fracionada para a ÁfricaPuerto de Motril recebe navio BYD Shenzhen com cerca de 2 mil veículos a bordoCMA CGM e Stonepeak finalizam formação da United Ports para gestão de nove terminaisCMA CGM aumenta tarifas de frete para carga do subcontinente indiano para a América LatinaUruguai: Porto Seco de Rivera avança como futura extensão logística de Montevidéu
Transporte Marítimo

Cabotagem teme criação de ‘conteúdo local’ em regras para navios sustentáveis

Cabotagem teme criação de ‘conteúdo local’ em regras para navios sustentáveis

22 de julho de 2026, 22:53·Brasil
A cabotagem brasileira enfrenta um novo desafio com a proposta de regulamentação que visa a implementação de requisitos de ‘conteúdo local’ para navios sustentáveis. Essa iniciativa surge em um contexto onde a sustentabilidade na indústria marítima se torna cada vez mais relevante, especialmente com as novas diretrizes globais que buscam reduzir a pegada de carbono e promover práticas mais ecológicas no transporte marítimo. As discussões sobre o tema têm gerado preocupações entre os operadores de cabotagem, que temem que a imposição de um percentual elevado de conteúdo local possa inviabilizar a operação e aumentar os custos de construção e manutenção das embarcações. Atualmente, o setor já enfrenta desafios significativos, como a escassez de recursos e a necessidade de investimentos em tecnologia para atender às exigências ambientais. A implementação de regras que exigem um conteúdo local elevado poderia agravar ainda mais essa situação, tornando a cabotagem menos competitiva em relação a outras modalidades de transporte. Além disso, a cabotagem é uma alternativa estratégica para a logística no Brasil, especialmente em um país de dimensões continentais, onde o transporte terrestre pode ser limitado por questões de infraestrutura. A utilização de embarcações para o transporte de cargas entre portos brasileiros não apenas reduz o tempo de entrega, mas também contribui para a diminuição do tráfego nas rodovias e, consequentemente, para a redução de emissões de gases poluentes. Diante desse cenário, é fundamental que as autoridades considerem as especificidades do setor de cabotagem ao elaborar as novas regras. A criação de um diálogo entre os operadores, o governo e os órgãos reguladores pode ser uma solução viável para encontrar um equilíbrio entre a promoção da sustentabilidade e a viabilidade econômica das operações. A expectativa é que, nos próximos meses, haja um avanço nas discussões sobre o tema, com a possibilidade de ajustes nas propostas de regulamentação. O setor de cabotagem deve se mobilizar para apresentar suas demandas e preocupações, buscando garantir que as novas regras não comprometam a competitividade e a sustentabilidade das operações marítimas no Brasil. O futuro da cabotagem dependerá da capacidade do setor de se adaptar às novas exigências, sem perder de vista a importância de sua contribuição para a cadeia de suprimentos nacional.

Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Portos e Navios.

Ler matéria original em Portos e Navios
#Transporte Marítimo#sustentabilidade#cabotagem#navios sustentáveis#conteúdo local

Leia também