Bélgica e Hungria dominam o mercado europeu de importação aérea de e-commerce
Bélgica e Hungria se destacam como os principais portões de entrada para importações aéreas de e-commerce na Europa, com a Bélgica liderando com 56% de suas importações aéreas.
16 de julho de 2026, 12:15·Reino Unido

Recentes dados de 2026 da Rotate revelam que a Bélgica e a Hungria se destacam como os principais portões de entrada para importações aéreas de e-commerce na Europa. O estudo destaca a importância de Liège e Budapeste na logística de pacotes transfronteiriços, com a Bélgica liderando com 56% de suas importações aéreas provenientes do setor de e-commerce. Essa predominância não apenas mostra a força do comércio eletrônico na Bélgica, mas também a crescente relevância das operações logísticas que suportam esse segmento. A análise também aponta que a Polônia ocupa a décima posição no ranking, com uma participação de 22% em suas importações aéreas provenientes do e-commerce.
O crescimento do e-commerce, especialmente durante e após a pandemia, tem impulsionado a demanda por soluções logísticas eficientes e rápidas. A Bélgica, com seu acesso estratégico a importantes rotas aéreas e infraestrutura robusta, tem se beneficiado desse aumento na demanda, tornando-se um hub crucial para empresas que buscam importar produtos rapidamente. O aeroporto de Liège, em particular, tem se destacado como um centro logístico vital, oferecendo operações 24 horas e capacidade para lidar com grandes volumes de carga.
Por outro lado, a Hungria, com seu aeroporto em Budapeste, também tem se posicionado como um ponto chave para a importação de mercadorias, especialmente para empresas que atendem a mercados da Europa Central e Oriental. A localização geográfica da Hungria permite que as empresas reduzam os tempos de entrega e melhorem a eficiência de suas operações logísticas, algo que se tornou essencial na era do e-commerce.
Com a evolução contínua das expectativas dos consumidores por entregas rápidas e confiáveis, espera-se que a competição entre esses gateways logísticos se intensifique. As empresas de logística e transporte devem se adaptar rapidamente a essas mudanças, investindo em tecnologia e infraestrutura para otimizar suas operações. Além disso, a crescente importância da sustentabilidade nas cadeias de suprimentos também pode influenciar a maneira como as empresas operam, levando-as a buscar soluções mais ecológicas.
Os próximos passos para a Bélgica e a Hungria incluem a expansão de suas capacidades logísticas e a implementação de tecnologias inovadoras, como automação e inteligência artificial, para melhorar ainda mais a eficiência no manuseio e transporte de mercadorias. À medida que o mercado de e-commerce continua a crescer, a importância desses hubs logísticos só tende a aumentar, moldando o futuro da logística na Europa.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Air Cargo Week.
Ler matéria original em Air Cargo Week →#Logística#e-commerce#Bélgica#Hungria#importação aérea
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