Aeroporto de Guarulhos é responsável por 55% das importações aéreas do Brasil
Terminal de cargas movimentou mais de 342 mil toneladas em 2025 e amplia protagonismo nas operações internacionais
22 de julho de 2026, 18:38·Brasil

O Aeroporto Internacional de São Paulo, conhecido como GRU, consolidou-se como um dos principais hubs de carga do Brasil, respondendo por 55% das importações aéreas do país. Em 2025, o terminal de cargas movimentou mais de 342 mil toneladas, um número que reflete não apenas a eficiência das operações logísticas, mas também a crescente demanda por transporte aéreo de mercadorias em um cenário de globalização e comércio internacional dinâmico.
Esse aumento na movimentação de carga aérea pode ser atribuído a vários fatores, incluindo a expansão das operações de logística integrada e a melhoria na infraestrutura do aeroporto, que continua a receber investimentos significativos para modernização e ampliação de suas instalações. O GRU tem se destacado na oferta de serviços que atendem a diversas necessidades do comércio exterior, como agilidade, segurança e rastreabilidade das mercadorias, características essenciais para os operadores logísticos e importadores.
Além disso, a localização estratégica do aeroporto, que serve como um ponto de conexão entre a América Latina e outros mercados globais, tem sido um diferencial competitivo. O GRU não apenas facilita o fluxo de importações, mas também se posiciona como um elo vital na cadeia de suprimentos internacional, permitindo que empresas brasileiras acessem produtos e insumos de forma mais rápida e eficiente.
Os números de 2025 indicam um crescimento robusto em comparação aos anos anteriores, refletindo a recuperação econômica pós-pandemia e o aumento da confiança no comércio internacional. O terminal tem se adaptado às novas demandas do mercado, investindo em tecnologia e inovação para otimizar processos, como a implementação de sistemas avançados de gerenciamento de armazéns (WMS) e transporte (TMS), que aumentam a eficiência operacional e reduzem custos.
O futuro do GRU parece promissor, com planos de expansão que incluem a construção de novas áreas de armazenagem e a ampliação das pistas de pouso e decolagem, permitindo o recebimento de aeronaves de maior porte. Essa expansão não apenas aumentará a capacidade de movimentação de carga, mas também poderá atrair novos operadores logísticos e companhias aéreas, ampliando ainda mais a participação do aeroporto nas importações aéreas do Brasil.
Em um contexto mais amplo, a eficiência das operações no GRU pode impactar positivamente a competitividade das empresas brasileiras no mercado global, além de contribuir para a redução de custos logísticos e tempo de entrega. Com um ambiente de negócios cada vez mais exigente, a continuidade dos investimentos em infraestrutura e tecnologia será crucial para manter o aeroporto como um dos principais terminais de carga da América Latina.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Transporte Moderno.
Ler matéria original em Transporte Moderno →#Cadeia de Suprimentos#Logística#Transporte Aéreo#Aeroporto de Guarulhos#Importações Aéreas
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