A operação artesanal da Cubbo que supera a automação
No coração de um armazém na Grande São Paulo, uma operação desafia a lógica da automação total com uma abordagem artesanal.
24 de julho de 2026, 10:00·Brasil

No cenário atual da logística, onde a automação se torna cada vez mais predominante, a Cubbo, uma empresa localizada na Grande São Paulo, se destaca por sua abordagem artesanal na operação de armazém. Em um ambiente onde o cheiro de cosméticos se mistura com o papelão e o plástico-bolha, a empresa optou por uma estratégia que prioriza o toque humano em vez da total automação. Essa escolha não é apenas uma questão de preferência, mas uma resposta às complexidades e nuances do setor de logística, onde a personalização e a atenção aos detalhes podem fazer toda a diferença.
A operação da Cubbo é um reflexo de um modelo logístico que valoriza a interação humana. Ao invés de braços robóticos e esteiras automatizadas, a empresa conta com uma equipe dedicada que se movimenta de forma coordenada para atender às demandas dos clientes. Essa abordagem permite uma flexibilidade que muitas vezes é perdida em operações altamente automatizadas. Os funcionários, familiarizados com os produtos e processos, conseguem adaptar-se rapidamente às mudanças nas demandas, algo que a automação muitas vezes não consegue acompanhar.
Além disso, a Cubbo demonstra como a operação artesanal pode ser eficiente e competitiva. Apesar da ausência de tecnologia avançada, a empresa conseguiu otimizar seus processos por meio de treinamento contínuo de sua equipe e implementação de práticas de trabalho colaborativas. Essa estratégia não apenas melhora a eficiência operacional, mas também promove um ambiente de trabalho mais satisfatório, onde os colaboradores se sentem valorizados e engajados.
A escolha pela operação artesanal também reflete uma tendência crescente no setor de logística, onde as empresas estão reconsiderando o papel da automação. Embora a tecnologia ofereça vantagens significativas, como redução de custos e aumento da velocidade, a Cubbo mostra que a interação humana e a personalização ainda têm um lugar importante na cadeia de suprimentos. A capacidade de entender as necessidades dos clientes e responder de forma ágil e personalizada pode ser um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais saturado.
O futuro da logística pode não ser apenas sobre automação, mas sim sobre encontrar um equilíbrio entre tecnologia e o toque humano. A experiência da Cubbo pode servir de inspiração para outras empresas que buscam se destacar em um setor em constante evolução. À medida que a tecnologia avança, será interessante observar como as empresas integrarão o melhor dos dois mundos, utilizando a automação para tarefas repetitivas enquanto mantêm a personalização e a atenção ao cliente como prioridade. Essa abordagem híbrida pode ser a chave para o sucesso na logística do futuro.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Frota & Cia.
Ler matéria original em Frota & Cia →#Logística#Armazenagem#Automação#Operações Logísticas#Cubbo
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