A importância de olhar além dos aumentos de tarifas publicadas dos transportadores
O mercado de encomendas nos EUA está em crescimento, atingindo 23,9 bilhões de pacotes em 2025, mas muitas empresas ainda se baseiam em tarifas publicadas para avaliar custos de en
29 de julho de 2026, 18:34·Estados Unidos

O mercado de encomendas nos Estados Unidos está passando por um crescimento sem precedentes, com a expectativa de que o número de pacotes enviados atinja 23,9 bilhões até 2025. Esse aumento é impulsionado principalmente pela expansão do comércio eletrônico, que deve alcançar a marca de 1,8 trilhões de dólares até 2029. No entanto, essa evolução traz consigo uma pressão crescente sobre as operações de atendimento, redes de transporte e orçamentos de envio, especialmente no setor de varejo. Apesar dessa complexidade crescente, muitas organizações ainda se baseiam nas tarifas publicadas pelos transportadores como principal referência para avaliar a inflação de frete e prever custos de atendimento, uma prática que já não reflete a realidade atual.
Os especialistas alertam que a verdadeira pressão financeira nas operações de e-commerce é gerada por variáveis que vão além das tarifas padrão. Isso inclui sobretaxas de entrega residencial, preços baseados em peso dimensional, flutuações de combustível, taxas de área de entrega, ajustes pós-envio e ineficiências operacionais que aumentam silenciosamente o custo por pedido após o pacote deixar o armazém. Para os líderes da cadeia de suprimentos que buscam lucratividade, precisão nas previsões e resiliência operacional, medir apenas as tarifas de envio base já não é suficiente. O indicador mais relevante passa a ser o custo total por pedido, que considera todos os custos associados ao ato de envio, desde os visíveis no momento da cotação até os que aparecem posteriormente na fatura.
O custo total por pedido abrange tudo que é desencadeado pelo envio, incluindo tarifas base e sobretaxas, além de custos que só se tornam visíveis após a recepção da fatura, como excessos, custos de embalagem e mão de obra, seguros, custos de falhas e logística reversa. As tarifas gerais publicadas (GRIs) continuam a dominar as conversas do setor, mas já não capturam o impacto financeiro total das operações de atendimento modernas. Sobretaxas de combustível, taxas de entrega residencial e recalibrações de peso dimensional agora desempenham um papel muito maior na despesa total de envio, frequentemente elevando os custos de atendimento além das tarifas base dos transportadores.
Surcharges, em particular, têm um impacto significativo na economia de atendimento, e as taxas de entrega residencial podem acrescentar vários dólares por envio, afetando especialmente as marcas que vendem diretamente ao consumidor e enviam para residências, em vez de endereços comerciais. Além disso, as taxas de manuseio adicional e as sobretaxas de área de entrega podem aumentar ainda mais os custos, tornando essencial que as empresas reavaliem suas estratégias de gerenciamento de custos de envio. A mudança na abordagem para uma análise mais abrangente dos custos de envio pode ajudar as organizações a melhorar sua eficiência operacional e a garantir uma melhor margem de lucro em um mercado cada vez mais competitivo.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Supply Chain Quarterly.
Ler matéria original em Supply Chain Quarterly →#logística#E-commerce#Cadeia de Suprimentos#Custo de Envio#Tarifas de Transporte
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